<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Arbitragem - CMARB</title>
	<atom:link href="https://cmarb.com.br/category/arbitragem/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://cmarb.com.br/category/arbitragem/</link>
	<description>Câmara de Conciliação, Mediação e Arbitragem</description>
	<lastBuildDate>Thu, 19 Aug 2021 16:45:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://mlffwyfyuuy9.i.optimole.com/w:32/h:32/q:mauto/g:sm/f:best/https://cmarb.com.br/wp-content/uploads/2021/07/favicon.png</url>
	<title>Arquivos Arbitragem - CMARB</title>
	<link>https://cmarb.com.br/category/arbitragem/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Conflito de interesses: quando quase tudo é levado à Justiça!</title>
		<link>https://cmarb.com.br/2021/04/27/conflito-de-interesses-quando-quase-tudo-e-levado-a-justica/</link>
					<comments>https://cmarb.com.br/2021/04/27/conflito-de-interesses-quando-quase-tudo-e-levado-a-justica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[hubify]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 16:31:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arbitragem]]></category>
		<category><![CDATA[Conciliação]]></category>
		<category><![CDATA[Mediação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://br254.teste.website/~cmarbc46/?p=1732</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em plena época de carnaval, onde em boa parte do país é só festa, vamos falar de outra face de nossa população, sobretudo do grande &#8230;</p>
<p class="read-more"> <a class="ast-button" href="https://cmarb.com.br/2021/04/27/conflito-de-interesses-quando-quase-tudo-e-levado-a-justica/"> <span class="screen-reader-text">Conflito de interesses: quando quase tudo é levado à Justiça!</span> Leia mais »</a></p>
<p>O post <a href="https://cmarb.com.br/2021/04/27/conflito-de-interesses-quando-quase-tudo-e-levado-a-justica/">Conflito de interesses: quando quase tudo é levado à Justiça!</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmarb.com.br">CMARB</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em plena época de carnaval, onde em boa parte do país é só festa, vamos falar de outra face de nossa população, sobretudo do grande número de pessoas que integram o mundo jurídico-processual e compõem o crescente fluxo de processos judiciais.</p>
<p>É cediço que nossa vivência em sociedade é pautada em direitos e deveres, uma vez que é atribuída ao Estado a titularidade para nos assegurar e efetivar os direitos fundamentais postos, em primeira mão, na Constituição Federal. No bojo de tais direitos, encontramos o direito à ação, o qual possibilita a busca por uma tutela jurisdicional, ou seja, a concretização do interesse que não foi alcançado pela via amigável, seja em uma relação envolvendo pessoas físicas ou jurídicas.</p>
<p>Ao tempo que se busca na justiça pretensões ou direitos, a efetivação destes nem sempre é célere, e são inúmeras as causas que permeiam tal realidade, conforme abordaremos.</p>
<p>Quando exercemos nosso direito de ação e buscamos junto ao Poder Judiciário a solução de um conflito, incumbimos ao Estado, na pessoa do Juiz, a função de dizer o direito naquele caso concreto, assim, o meio pelo qual a chamada tutela será entregue é o processo judicial, este, com o objetivo de ter uma duração razoável, isto é, ser julgado dentro de um período em que tenha efetividade no direito do vencedor.</p>
<p>No entanto, quando o tempo se torna inimigo das partes no processo, impulsionado e julgado em ritmo mais lento que o esperado, sendo a demora um problema a mais na vida das pessoas, começa-se então elencar as inúmeras causas deste cenário.</p>
<p>Em primeiro lugar, importante dizer que, nos últimos tempos, o número de demandas judiciais, de um modo geral, aumentou consideravelmente, a estrutura judicial, por outro lado, não acompanhou este crescimento, está aí um dos impasses, eis que faltam servidores para dar conta de tanto trabalho.</p>
<p>Outras situações giram ao redor da demora no término de alguns processos, tais como inúmeros recursos possíveis no ordenamento, ineficiente atuação do executivo, aliás, por ironia, o Estado é um dos grandes “clientes” do Judiciário, levando a busca em juízo por direitos fundamentais dos cidadãos como saúde e educação.</p>
<p>Pontualmente, imperioso expor aqui uma das grandes causas do gigantesco número de processos judiciais, concentrada no fato de que muitas das pretensões levadas à justiça não dependeriam da intervenção do Estado.</p>
<p>O fato é que, não obstante o direito de ação e o acesso à justiça, o que se presencia cotidianamente é que as pessoas estão tendo uma enorme dificuldade de resolverem por conta própria questões muitas vezes simples, invocando o juiz a intervir nas relações diárias e corriqueiras.</p>
<p>Viver em sociedade não é tão simples, as idéias são diferentes, existem conflitos de interesses e nem sempre quando ocorre um desentendimento há um bom senso, um equilíbrio para se chegar a uma resolução pacífica! Deste modo, no âmbito cível, relações diárias entre vizinhos, parentes, clientes, credores, etc., são postas em juízo, para que o juiz então dê a chancela final, satisfazendo ou não a pretensão do autor.</p>
<p>A própria correria de todos os dias, o ritmo acelerado, faz com que as pessoas desenvolvam a impaciência, a intolerância nos vários tipos de relacionamentos, fato este que leva ao aumento de conflitos, sejam sociais, familiares, no trabalho, consumeristas, enfim, o diálogo e a busca amigável por ambos os lados me parece que está se distanciando, de maneira que o processo ainda é visto como solução.</p>
<p>Em não havendo entendimento pelas próprias partes, na busca de uma fuga da demora de um processo, a sistemática jurídica oferta meios alternativos para a resolução de conflitos, já presentes em leis específicas, mas exaltado pelo Código de Processo Civil atual, sendo elas a conciliação, mediação e a arbitragem, institutos estes que contam com a presença de um terceiro, que não o juiz, para intermediar e buscar uma resolução rápida para o problema enfrentado, objetivando desobstruir a Justiça.</p>
<p>Como dito, apesar de ser de direito de todos acessar a Justiça, há que se colocar em mente que a cultura de levar “quase tudo” ao juiz deveria ser substituída, sempre que possível, pela pacificação, meios amigáveis de solucionar conflitos, pois no fim, o objetivo maior de um processo judicial é justamente este: o alcance da paz social, assegurando a segurança jurídica.</p>
<p>Por Márcia Ferreira Alves Pereira, graduada em Direito pela Unoesc de Xanxerê. Pós-graduada em Direito Processual Civil pela Uninter e pós-graduanda em Direito Processual Penal pela Damásio Educacional. Atualmente, é residente do Ministério Público, na Promotoria de Justiça da comarca de Ponte Serrada.</p>
<p>Fonte: Oeste Mais – 26/02/2020 10:57</p>
<p>O post <a href="https://cmarb.com.br/2021/04/27/conflito-de-interesses-quando-quase-tudo-e-levado-a-justica/">Conflito de interesses: quando quase tudo é levado à Justiça!</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmarb.com.br">CMARB</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cmarb.com.br/2021/04/27/conflito-de-interesses-quando-quase-tudo-e-levado-a-justica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>OAB reconhece atividade de advogados conciliadores, mediadores, árbitros e pareceristas</title>
		<link>https://cmarb.com.br/2021/03/18/oab-reconhece-atividade-de-advogados-conciliadores-mediadores-arbitros-e-pareceristas/</link>
					<comments>https://cmarb.com.br/2021/03/18/oab-reconhece-atividade-de-advogados-conciliadores-mediadores-arbitros-e-pareceristas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[hubify]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2021 16:34:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arbitragem]]></category>
		<category><![CDATA[Conciliação]]></category>
		<category><![CDATA[Mediação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://br254.teste.website/~cmarbc46/?p=1735</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Conselho Federal da OAB publicou o provimento n. 196/2020, no qual reconhece expressamente a atividade de advogados que atuam como conciliadores ou mediadores, árbitros ou &#8230;</p>
<p class="read-more"> <a class="ast-button" href="https://cmarb.com.br/2021/03/18/oab-reconhece-atividade-de-advogados-conciliadores-mediadores-arbitros-e-pareceristas/"> <span class="screen-reader-text">OAB reconhece atividade de advogados conciliadores, mediadores, árbitros e pareceristas</span> Leia mais »</a></p>
<p>O post <a href="https://cmarb.com.br/2021/03/18/oab-reconhece-atividade-de-advogados-conciliadores-mediadores-arbitros-e-pareceristas/">OAB reconhece atividade de advogados conciliadores, mediadores, árbitros e pareceristas</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmarb.com.br">CMARB</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Federal da OAB publicou o <a href="http://www.adambrasil.com/provimentos/196-2020-OAB" target="_blank" rel="noopener noreferrer">provimento n. 196/2020</a>, no qual reconhece expressamente a atividade de advogados que atuam como conciliadores ou mediadores, árbitros ou pareceristas. A mesma norma também dá reconhecimento à atividade profissional dos advogados que atuam no testemunho (expert witness) ou no assessoramento às partes na arbitragem.</p>
<p>No provimento, consta que “constitui atividade advocatícia, para todos os fins, a atuação de advogados como conciliadores ou mediadores, nos termos da Lei n. 13.140/2015, ou árbitros, nos moldes preconizados pela Lei n. 9.307/1996”. Além disso, a norma estende o reconhecimento às atividades dessas mesmas naturezas prestadas exclusivamente no âmbito das sociedades individuais de advocacia ou das sociedades de advogados das quais figurem como sócios.</p>
<p>Sobre a remuneração, o provimento editado pela OAB determina que “tem natureza de honorários advocatícios e pode ser recebida pelos advogados como pessoas físicas ou pelas sociedades das quais sejam sócios”.</p>
<p>Assinam o provimento o presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz; o conselheiro federal pela OAB-PA e relator da matéria no Conselho Pleno, Jader Kahwage David; e o secretário-geral adjunto nacional da OAB e relator ad hoc da matéria, Ary Raghiant Neto.</p>
<p>Fonte: Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil – quarta-feira, 18 de março de 2020 às 14h26</p>
<p>O post <a href="https://cmarb.com.br/2021/03/18/oab-reconhece-atividade-de-advogados-conciliadores-mediadores-arbitros-e-pareceristas/">OAB reconhece atividade de advogados conciliadores, mediadores, árbitros e pareceristas</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmarb.com.br">CMARB</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cmarb.com.br/2021/03/18/oab-reconhece-atividade-de-advogados-conciliadores-mediadores-arbitros-e-pareceristas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Arbitragem em tempos de pandemia: o que muda?</title>
		<link>https://cmarb.com.br/2020/03/23/arbitragem-em-tempos-de-pandemia-o-que-muda/</link>
					<comments>https://cmarb.com.br/2020/03/23/arbitragem-em-tempos-de-pandemia-o-que-muda/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[hubify]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 16:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arbitragem]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://br254.teste.website/~cmarbc46/?p=1743</guid>

					<description><![CDATA[<p>O novo coronavírus impõe desafios das mais diversas naturezas. No judiciário, o CNJ determinou a suspensão de prazos processuais e estabeleceu regime de plantão, em &#8230;</p>
<p class="read-more"> <a class="ast-button" href="https://cmarb.com.br/2020/03/23/arbitragem-em-tempos-de-pandemia-o-que-muda/"> <span class="screen-reader-text">Arbitragem em tempos de pandemia: o que muda?</span> Leia mais »</a></p>
<p>O post <a href="https://cmarb.com.br/2020/03/23/arbitragem-em-tempos-de-pandemia-o-que-muda/">Arbitragem em tempos de pandemia: o que muda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmarb.com.br">CMARB</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo coronavírus impõe desafios das mais diversas naturezas. No judiciário, o CNJ determinou a suspensão de prazos processuais e estabeleceu regime de plantão, em todo o País, até 30 de abril. A resolução integra o pacote de medidas de emergência para conter a disseminação da Covid-19, mas não se aplica ao STF, à Justiça Eleitoral e – obviamente – não afeta as arbitragens.</p>
<p>De igual modo, o TCU suspendeu os seus prazos e prorrogou as prestações de contas sob sua jurisdição, bem como a OAB oficiou à Presidência da República, requerendo a suspensão de todos os processos administrativos federais, exceção feita às questões urgentes, em especial àquelas que concedam benefícios aos cidadãos.</p>
<p>Frente à batalha que vem sendo travada pelos Poderes do Estado e pela sociedade nos últimos dias, igualmente as câmaras de arbitragem responderam de pronto. Com o objetivo de orientar, esclarecer e mitigar o impacto das restrições impostas pela pandemia, as instituições arbitrais editaram resoluções priorizando o engajamento nas medidas preventivas de combate à pandemia.</p>
<p>Protocolos diferenciados de atendimento foram implementados, eventos e cursos presenciais adiados e audiências canceladas (adiadas por prazo precário ou negociada sua realização virtual). Tudo pensado para reduzir ao máximo o fluxo de pessoas, com o menor impacto possível na continuidade da prestação dos serviços. As necessárias mudanças, todavia, estão apenas começando.</p>
<p>A paralisação das atividades presenciais nas câmaras e suas secretarias é temporária e emergencial. Foi feito aquilo que precisava ser feito. Mas os reflexos da situação que vivenciamos hoje não cessarão com a simples retomada do expediente regular. Os procedimentos, atos e ritos são apenas a superfície dos desafios que estão por vir.</p>
<p>A grave crise econômica que já se antecipa impactará diretamente o custeio dos procedimentos arbitrais em curso e daqueles na iminência de ser iniciados. Diante do cenário economicamente desfavorável, é natural que haja priorização no emprego de recursos por parte das empresas – que dificilmente contemplará a resolução de conflitos passados. O custo de oportunidade da escolha de se litigar será agravado, mesmo porque as despesas são assunto muito sério nas arbitragens.</p>
<p>Lado a lado com a atenuação das receitas públicas e privadas, poderá haver a intensificação de conflitos, que são naturais às situações de crise. Escassez de receitas gera contingenciamento de despesas e respectivos inadimplementos seletivos. Variações cambiais matam empresas (e países). Tudo num ambiente de eleições municipais, que podem estimular condutas populistas, a afetar diretamente contratos administrativos com cláusula arbitral (e toda a rede contratual a eles correlata). Renascem os antigos “fato do príncipe” e “fato da administração” no âmbito dos contratos públicos; ao mesmo tempo em que a “força maior” e o “caso fortuito”  ganham força em todos os contratos.</p>
<p>Também o cronograma processual de muitas arbitragens será afetado. A calendarização prévia das manifestações escritas e a realização de outros atos pertinentes às fases instrutória e probatória precisarão ser revistas e ajustadas. Não só devido a razões econômicas e de logística, mas em especial a fim de atenuar os impactos da crise (e as custas processuais). A não ser nos casos em que isso se torne imprescindível, não é um bom momento para intensificar situações de litígio e respectiva instrução processual.</p>
<p>Muito, em especial soluções criativas, <em>out of the box</em>, que permitam criar valor no procedimento arbitral e permitir que as partes efetivamente vejam seus conflitos solucionados.</p>
<p>Dependendo da fase em que se encontre a arbitragem, a tecnologia pode minorar consideravelmente o impacto das medidas emergenciais vigentes. Cumprimento eletrônico de prazos, reuniões e audiências por tele ou videoconferência e notificações por meios remotos (como e-mail e até mesmo WhatsApp), são alternativas de contingenciamento que preservam a eficiência do procedimento arbitral.</p>
<p>Igualmente, o acesso a peças processuais e documentos por meio de pastas de armazenagem remota elimina custos (e atenua os contatos físicos). Por que não pensar também em depoimentos testemunhais por vídeos – e não atas cartoriais?</p>
<p>Pode-se refletir sobre procedimentos mais expeditos, em que as partes se esforcem para definir os pontos cuja solução é indispensável no presente – e quais podem ser consensualmente diferidos para enfrentamento futuro. Ou mesmo arranjos que envolvam compartilhamento mais eficiente dos custos e medidas de compensação.</p>
<p>É hora de gerenciar riscos, reduzir incertezas e orquestrar soluções criativas. As arbitragens são ambiente propícios para transpor essa ordem de desafios, eis que misturam competência técnica e respeito intersubjetivo. Para tanto, árbitros, câmaras  e advogados devem trabalhar juntos em regime de cooperação e mútua assistência, pautados pela ética e pela boa-fé.</p>
<p>Por Egon Bockmann Moreira, Professor de Direito Econômico da UFPR. Membro da Comissão de Arbitragem da OAB/PR e da Comissão de Direito Administrativo da OAB/Federal. E Elisa Schmidlin Cruz, Mestre em Direito pela PUC/PR. Membro da Comissão de Arbitragem e da Comissão de Mediação da OAB/PR.</p>
<p>Fonte: Jota – 23/03/2020 11:24</p>
<p>O post <a href="https://cmarb.com.br/2020/03/23/arbitragem-em-tempos-de-pandemia-o-que-muda/">Arbitragem em tempos de pandemia: o que muda?</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmarb.com.br">CMARB</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cmarb.com.br/2020/03/23/arbitragem-em-tempos-de-pandemia-o-que-muda/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
